Acupunctura e Medicina Tradicional Chinesa

- do séc. V a.C. aos nossos dias -

A mais longa investigação clínica sistemática

em curso na História Humana

APAMTC 2000 - 2017

17 anos de presença activa dos seus associados

na regulamentação e qualificação das

Terapêuticas Não Convencionais

Quem somos

A Associação Profissional de Acupunctura e Medicina Tradicional Chinesa (APAMTC) nasceu em Lisboa no ano 2000, temos como principal objectivo defender e representar os interesses profissionais dos nossos associados nos aspectos morais, científicos, académicos, deontológicos, económicos e sociais.

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O que fazemos

As profissões de Acupunctor e Especialista de MTC abrangem um vasto conjunto de competências que se aplicam nas 5 vertentes da MTC: a Acupunctura, a Fitoterapia Chinesa, a Massagem Tui Na, a Dietética Chinesa e o Chi Kung. (mais…)

MTC E ACUPUNCTURA – LEGISLAÇÃO

Incluindo a Acupunctura e a Medicina Tradicional Chinesa, a legislação portuguesa das Terapêuticas Não Convencionais é das mais avançadas e completas do mundo. Descubra-a aqui em toda a sua extensão. (mais…)

Deontologia e Prática Segura – Códigos da APAMTC

Na área da Saúde, a relação é uma forma de respeito e serviço, o gesto profissional é uma coreografia de rigor na busca da qualidade e da segurança. Consulte aqui o Código Deontológico e o Código de Prática Segura.

Destaque – Holismo

O estado do corpo, de saúde ou desequilíbrio são inseparáveis do estado da mente, do ambiente, das estações, das fases do ciclo diário, do tipo de actividade laboral, das condições sociais envolventes. Todos esses factores devem ser necessariamente levados em consideração na prática clínica, para a compreensão da origem dos distúrbios, o significado das melhorias ou agravamento dos sintomas e para o planeamento da prevenção. Quase todo o universo da patologia aguda, por exemplo, onde a MTC rivaliza com a medicina ocidental, é pensado em termos das principais perturbações do clima e do ambiente: calor, frio, humidade, secura, vento e calor do verão (…) Todos os defensores da chamada abordagem médica holística têm a mesma experiência, no contacto com os praticantes da medicina ocidental, de descobrir que estes não são de modo nenhum inacessíveis aos argumentos holísticos. Pelo contrário, não só se mostram receptivos, como revelam que na sua prática diária prescrevem alguns dos métodos recomendados pelas medicinas alternativas. Assim, sempre que há predisposição por parte dos pacientes, eles aconselham regras de vida mais saudáveis e higiénicas, introduzindo as necessárias alterações alimentares, buscando contacto com os elementos naturais, eliminar os elementos de stress por meio de regras de higiene psicológica.

A intervenção química, sintomática e localizada não encaixa bem, no mesmo quadro de teorias e expectativas profissionais, numa prática de saúde autogénea. E são em grande parte incompatíveis, uma vez que, embora aparentemente possam coexistir facilmente, são, na verdade, resultado de pontos de partida filosóficos e metodológicos radicalmente diferentes.

Nesta área particular, cabe aos praticantes da medicina tradicional o grande mérito de terem sabido posicionar-se como educadores de saúde integral, ajudando aqueles que se procuram libertar de alguns dos erros socialmente dominantes, dando um primeiro e essencial passo para a cura .Analisando em detalhes os conteúdos e temas da educação para a saúde, eles consistem principalmente de transições do dualismo para o modismo, de uma perspectiva fraccionada da vida para uma visão holística.